Á
partir de hoje, pretendo dividir o espaço no meu blog com outros poetas, bem
mais competentes do que eu, e acredito que assim estarei enriquecendo o
conteúdo para o leitor. Apresento uma das minhas poetisas preferidas: Florbela
Espanca!
Ela é profunda, visceral e contagiante, você vai ver.
Todas as informações aqui contidas foram extraídas do e-biografias : http://www.e-biografias.net/florbela_espanca/
Nasceu em 1894 e faleceu em 1930, aos 36 anos. Poetisa portuguesa, ela escreveu sonetos e contos de grande valor na literatura daquele país, também foi uma das feministas precursoras de Portugal. Sua poesia é conhecida pelo forte teor emocional, “onde o sofrimento, a solidão, e o desencanto estão aliados ao desejo de ser feliz”.
Ela é profunda, visceral e contagiante, você vai ver.
Todas as informações aqui contidas foram extraídas do e-biografias : http://www.e-biografias.net/florbela_espanca/
Nasceu em 1894 e faleceu em 1930, aos 36 anos. Poetisa portuguesa, ela escreveu sonetos e contos de grande valor na literatura daquele país, também foi uma das feministas precursoras de Portugal. Sua poesia é conhecida pelo forte teor emocional, “onde o sofrimento, a solidão, e o desencanto estão aliados ao desejo de ser feliz”.
Casou-se com com um colega de escola, Alberto Moutinho,
em 1913. Nessa mesma época conheceu outros poetas e participou de um grupo de
mulheres escritoras. Foi primeira mulher a ingressar no curso de Direito da
Universidade de Lisboa, em 1917.
Em
1919, lançou “Livro de Mágoas”. Parte de sua inspiração veio de sua vida
tumultuada, inquieta e sofrida pela rejeição do pai. Nessa época começa a
apresentar um desequilíbrio emocional. Sofre um aborto espontâneo, que a deixa
doente por um longo período. Em 1921, divorcia-se de Alberto e casa-se com o
oficial de artilharia António Guimarães. Em 1923 publica “Livro de Sóror
Saudade”. Nesse mesmo ano, sofre novo aborto e separa-se do marido. Em 1925,
casa-se com o médico Mário Laje, em Matosinhos. Em 1927, sua vida é marcada
pela morte do irmão, em um acidente de avião, fato que a levou a tentar o
suicídio. A morte precoce do irmão lhe inspirou a escrever “As Máscaras do
Destino”.
A
poesia de Florbela Espanca é caracterizada por um forte teor confessional. A
poetisa não se sentia atraída por causas sociais, preferindo exprimir em seus
poemas os acontecimentos que diziam respeito à sua condição sentimental. Não
fez parte de nenhum movimento literário, embora seu estilo lembrasse muito os
poetas românticos.
Florbela Espanca morreu em decorrência de
suicídio por barbitúricos, no dia 8 de dezembro de 1930, às vésperas da
publicação de sua obra prima “Charneca em Flor”, que só foi publicada em
janeiro de 1931.

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